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Glórias do Passado

Glórias do Passado: Décio António

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Décio António foi mais um dos muitos jogadores brasileiros que representaram o Vitoria SC durante a década de 80. Não tendo sido totalmente convincente a sua passagem pelo Vitoria SC e nem mesmo a sua experiencia no futebol português, Décio António fica, contudo, com o seu nome ligado à histórica conquista da Supertaça Cândido de Oliveira pelo Vitoria SC em 1988 ao ser o autor de um dos golos que derrotaram o FC Porto numa das partidas que decidiram a atribuição do troféu.

Desenvolvimento
 

Glórias do Passado: Alexandre

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O defesa central brasileiro Alexandre chegou à cidade de Guimarães como um ilustre desconhecido no início da temporada de 1996/97. Ainda muito jovem, o defesa Alexandre, ingressava no Vitoria SC com legitimas aspirações em singrar no futebol português e, diga-se, chegou a atingir a notoriedade suficiente para muito lhe augurarem um futuro bastante risonho.


O filme da carreira do futebolista Alexandre começou com 16 anos de idade na equipa de juvenis do Valeriodoce EC, modesto clube brasileiro da cidade de Itabira, no Estado de Minas Gerais.

Alexandre Pereira de Sousa, mineiro de gema, nascido no dia 18 de Junho de 1975, em São João Evangelista, chega ao futebol sénior em 1994, no Valeriodoce EC, agora cedido pelo Atlético Mineiro, clube para o qual se havia transferido.

Actua pelo Valeriodoce EC na Serie C do Campeonato Nacional Brasileiro - o terceiro escalão do futebol no Brasil – nos anos de 1994 e 1995 antes de fixar-se definitivamente na equipa principal do Atlético Mineiro no primeiro semestre do ano de 1996.

Na equipa do Atlético Mineiro disputa o Campeonato Estadual de Minas Gerais, sagrando-se vice-campeão, alinhando em 26 jogos daquela competição e apontado 2 golos.

Entretanto, em Guimarães, O Vitoria SC prepara a nova época de 1996/97, com o treinador português Jaime Pacheco. No mercado brasileiro, como é usual, o clube vimaranense reforça-se contratando dois defesas centrais, os jovens Luisão e Alexandre.
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(Plantel do Vitoria SC na época de 1996/97)
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(Alexandre no Vitoria SC na temporada de 1996/97)


É assim que Alexandre, com apenas 21 anos de idade, ingressa no futebol português. Adivinhava-se, porem, uma longa travessia no deserto até fixar-se na equipa principal do Vitoria SC, pois a dupla de defesas centrais titular, constituída por Vítor Silva e Arley, previa-se inabalável.

Porem, uma grave lesão afectou o português Vítor Silva logo no início da temporada e Jaime Pacheco foi forçado a lançar um dos jovens recém contratados pelo Vitoria SC no mercado brasileiro.


(Os defesas centrais do Vitoria SC Alexandre e Vitor Silva no encontro frente ao FC Porto em Guimarães na época de 1996/97)

A primeira aposta do técnico vitoriano foi Luisão, em detrimento, claro está, de Alexandre, contudo, o jogo de estreia de Luisão não lhe correu nada de feição. O Vitoria SC acabou goleado pelo Vitoria de Setúbal por 4-0, no Estádio do Bonfim, em jogo a contar para a 2ª jornada do Campeonato Nacional da 1ª Divisão da época de 1996/97, numa desastrosa exibição de Luisão.

O fracasso da primeira escolha motivou Jaime Pacheco a apostar no jovem Alexandre como titular no jogo seguinte do Vitoria SC, surpreendentemente, numa das partidas mais importantes da história do clube vimaranense.


(Equipa do Vitoria SC na época de 1996/97)
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(O jovem Alexandre no Vitoria SC)


De facto, Alexandre fez a sua estreia oficial com a camisola do Vitoria SC jogando como titular no primeiro jogo da 1ª eliminatória da Taça Uefa na temporada de 1996/97, disputado no dia 10 de Setembro de 1996, frente aos italianos do Parma FC no Estádio Enio Tardini.

Alexandre, jogando ao lado de Arley, teve de enfrentar uma das mais conceituadas equipas europeias e uma das mais famosas duplas atacantes daquela altura, os italianos Zola e Chiesa.

(Sessão de treino do Vitoria SC na temporada de 1996/97)

O jovem Alexandre esteve em bom nível, dando muito confiança à equipa e vencendo muitos duelos contra os consagrados avançados da formação transalpina. O Vitoria SC acabou por realizar uma boa exibição, alcançando um resultado que lhe permitiu, como se confirmou, a eliminação da fortíssima equipa italiana do Parma FC, no jogo da 2ª mão, desta feira, no Estádio D. Afonso Henriques, na cidade de Guimarães.

Esta exibição do brasileiro Alexandre foi determinante para convencer o treinador do Vitoria SC e, a partir de então, o jovem jogador agarrou um lugar na equipa titular vimaranense ao longo de toda a temporada de 1996/97, sobretudo, ao lado do compatriota Arley.

(Equipa do Vitoria SC na temporada de 1996/97)
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(O brasileiro Alexandre no Vitoria SC)

Na primeira época ao serviço do Vitoria SC, o defesa Alexandre, não apontado qualquer golo, alinhou em 23 jogos do Campeonato Nacional da 1ª Divisão. De qualquer forma, ao longo deste ano de estreia no futebol português, pode dizer-se que Alexandre acusou alguma inexperiência em certos jogos, fruto, visivelmente, da sua impulsividade e de uma enorme vontade de triunfar, facto que lhe retirava discernimento.

Nem sempre terá estado à altura das exigências, alternando notáveis exibições com prestações menos positivas, onde os erros individuais, cometidos de forma infantil, prejudicaram os objectivos da equipa.

Porém, a ausência de outras soluções, desviaram o jovem Alexandre de um necessário período de adaptação e aprendizagem para jogar ao mais alto nível no futebol português. De qualquer modo, Alexandre, um defesa central forte e poderoso no jogo aéreo, revelava grandes qualidades ou, dito de outra forma, atenta a sua juventude, evidenciava enormes potencialidades.

Nesta temporada de 1996/97 o Vitoria SC revalidou o estatuto de equipa europeia, conquistando, novamente, um 5º lugar na tabela classificativa do Campeonato Nacional da 1ª Divisão.

(Alxandre, Romeu, Capucho e Edinho festejando a eliminação do Parma FC)

Na época seguinte de 1997/98 salienta-se, desde logo, o facto de a equipa do Vitoria SC ter sido a defesa menos batida do Campeonato Nacional da 1ª Divisão, com apenas 25 golos sofridos ao longo de toda a competição.

Tão assinalável facto para a excelente temporada realizada pelo Vitoria SC ficou a dever-se, em especial, às prestações do defesa brasileiro Alexandre no eixo defensivo da turma vimaranense.


(Plantel do Vitoria SC na temporada de 1997/98)



(Alexandre no Vitoria SC)

Alexandre foi titularíssimo no Vitoria SC, quer enquanto a equipa foi comandada por Jaime Pacheco ou, posteriormente, às ordens de Quinito. Desta vez, ao longo da época de 1997/98, Alexandre revelou uma regularidade exibicional notável, cotando-se como um dos melhores jogadores do Vitoria SC.

Jogou em 29 jogos da principal competição nacional, tendo, nesta época, marcado 2 golos, os primeiros tentos com a camisola do Vitoria SC nesta prova. Marcou o primeiro golo no jogo da 16ª jornada disputado no Estádio D. Afonso Henriques entre o Vitoria SC e o SC Campomaiorense.


(Alexandre em acção no Sporting CP - Vitoria SC na época de 1997/98 no Estádio José de Alvalade, em Lisboa)


(No seu estilo peculiar o brasileiro Alexandre)


Disputado no dia 11 de Janeiro de 1998, o Vitoria SC venceu a turma alentejana por 2-1, com os golos vimaranenses a ser apontados por Alexandre, aos 29 minutos, e Marco Freitas, aos 35 minutos, enquanto o tento de honra do SC Campomaiorense foi marcado por Vítor Manuel, já aos 84 minutos.

Referencia ainda para o segundo golo que Alexandre marcou no Campeonato Nacional da 1ª Divisão da época de 1997/98, concretamente, no jogo da última jornada da competição, quando o Vitoria SC venceu o Vitoria de Setúbal por 2-1. Depois de Chipenda, aos 25 minutos, ter adiantado os setubalenses no marcador, o Vitoria SC conseguiu resolver o resultado a seu favor com os golos apontados por Alexandre, aos 47 minutos, e Paiva, à passagem do minuto 62.


(Equipa do Vitoria SC na época de 1997/98)
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(Alexandre no Vitoria SC)
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(Alexandre e Nedved no Vitoria SC - Lázio de Roma)

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(Alexandre em acção no Vitoria SC na temporada de 1997/98)

Nesta temporada, o Vitoria SC garantiu, mais uma vez, o acesso às provas internacionais, desta vez, por via de um brilhante 3º lugar conquistado no Campeonato Nacional da 1ª Divisão, consequência da sensacional prestação realizada pelos vimaranenses ao longo do ano.

Em plano de evidência, como se disse, estiveram as exibições de Alexandre nesta segunda temporada no futebol português ao serviço do Vitoria SC. Por outro lado, essas prestações projectaram o seu nome também além fronteiras e em consequência disso, no final da temporada, choveram varias propostas em Guimarães para a sua aquisição, vindas, sobretudo, de clubes espanhóis e ingleses.

(Equipa do Vitoria SC na época de 1997/98)





(Num jogo frente ao FC Porto em Guimarães na época de 1997/98, com Evaldo, Alexandre e Márcio Theodoro pelo Vitoria SC e o portista Capucho)

(Alexandre em intensa disputa com Mauricio da UD Leiria)


Apesar das tentadoras propostas recebidas, nenhuma convenceu os responsáveis vitorianos a transferir o jogador. Acentuada influência exerceu também o novo treinador do Vitoria SC para a época de 1998/99, Zoran Filipovic.

De facto, depois do protagonismo evidenciado ao longo da época de 1997/98, o novo técnico vitoriano, Zoran Filipovic, catalogou o defesa Alexandre como um jogador imprescindível para o sucesso da equipa na nova temporada.


(Plantel do Vitoria SC na época de 1998/99)
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(No Vitoria SC na temporada de 1998/99)

Alexandre permaneceria no Vitoria SC na época de 1998/99, embora, percebeu-se depois, a contra gosto. Em consequência disso, o defesa brasileiro foi considerado, unanimemente, como a grande decepção da equipa do Vitoria SC.

Ao longo de toda a temporada foram inúmeros os episódios de indisciplina e falta de aplicação de Alexandre. Com a sucessão de erros, Alexandre foi perdendo, gradualmente, a enorme simpatia que gozava junto da massa associativa do Vitoria SC.


(Alexandre e João Pinto no Vitoria SC - SL Benfica na época de 1998/99)

E se Zoran Filipovic foi permissivo com alguns comportamentos e infantilidades do jogador, já Quinito, o técnico que lhe sucedeu, foi inflexível e puniu-o exemplarmente, afastando Alexandre, definitivamente, da equipa principal.

O incidente que traçou o destino de Alexandre no Vitoria SC do treinador Quinito, foi uma substituição por lesão do brasileiro num jogo frente ao SL Benfica. Sucede, porem, que essa suposta lesão nunca convenceu Quinito que, por isso, repreendeu o jogador e arredou-o da titularidade.


(Alexandre no Vitoria SC na época de 1998/99)

Ainda assim, durante a época de 1998/99, o defesa Alexandre actuou em 21 jogos do Vitoria SC no Campeonato Nacional da 1ª Divisão, tendo apontado, mais uma vez, 2 golos ao longo da competição. Marcou na derrota do Vitoria SC no Estádio Vidal Pinheiro frente ao SC Salgueiros, por 3-2, e num triunfo vimaranense frente ao GD Chaves, em Guimarães, por 6-1.

Colectivamente, o Vitoria SC começou muito mal a temporada. O certo é que só depois da chegada de Quinito ao comando técnico é que o Vitoria SC começou a melhorar o seu desempenho, sem contudo atingir os objectivos delineados no início da temporada.

Visivelmente contrariado, Alexandre tentou regressar ao futebol brasileiro no final da temporada de 1998/99. Os responsáveis do Vitoria SC, porém, não estavam dispostos a ceder o jogador a qualquer preço.


(Alexandre no Vitoria SC)
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Não se concretizou qualquer transferência e Alexandre permaneceu integrado no plantel do Vitoria SC para a época de 1999/00, onde Quinito continuava a ser o treinador. Para esta temporada Quinito decide apostar em Fernando Meira, jovem produto das escolas do clube, na posição de defesa central, jogando ao lado de Alexandre, atleta que mereceu um voto de confiança do célebre técnico português.

O facto é que os erros cometidos pelo defesa brasileiro continuavam a comprometer a equipa e assim Quinito foi forçado a retirar-lhe a titularidade, apostando, definitivamente, em Márcio Theodoro.

Em Dezembro de 1999, Alexandre viajou para o Brasil afim de passar a quadra natalícia com os familiares. Sucede que, terminado o período de ferias concedidas pelo Vitoria SC, o jogador brasileiro não compareceu em Guimarães no dia aprazado para o início dos trabalhos.


(Plantel do Vitoria SC na temporada de 1999/00)



(Em 1999/00 no Vitoria SC)



(Equipa do Vitoria SC na época de 1999/00)


(Equipa do Vitoria SC na temporada de 1999/00)


(Alexandre no Vitoria SC na época de 1999/00)



(Equipa do Vitoria SC na temporada de 1999/00)


O jogador foi imediatamente alvo de um processo disciplinar e assim iniciou-se o processo de levaria ao fim da ligação entre Alexandre e o Vitoria SC. Depois de varias incidências o Vitoria SC cedeu, a título de empréstimo, o defesa Alexandre ao Cruzeiro EC de Belo Horizonte durante o primeiro semestre de 2000.

O defesa central Alexandre representou o Cruzeiro EC durante o Campeonato Estadual de Minas Gerais e ajudou o clube de Belo Horizonte a conquistar a Copa do Brasil do ano 2000.

Terminado o empréstimo ao Cruzeiro EC, e porque o clube brasileiro não exerceu o direito de opção para aquisição do passe, o Vitoria SC ordenou o regresso de Alexandre a Guimarães para integrar o plantel para a nova época de 2000/01.

Desde logo, Alexandre manifestou-se profundamente desagradado com a possibilidade de regressar a Portugal. Queria, a todo o custo, permanecer a jogar no Brasil, pretendendo desligar-se definitivamente do Vitoria SC.

Acabou por rescindir unilateralmente o contrato que o ligava ao Vitoria SC até ao final da época de 2002/03. O Vitoria SC, porem, não cedeu e contestou a rescisão do jogador, ficando Alexandre impedido de actuar por qualquer outro clube.

Depois de varias negociações e volvidos mais de cinco meses de inactividade, o Vitoria SC estabeleceu uma plataforma de entendimento com o Atlético Mineiro, cedendo o jogador Alexandre até Junho de 2001.

Representando o Atlético Mineiro durante esse período, Alexandre actua no Brasileirão 2000, onde o clube mineiro foi o último classificado, e no Campeonato Estadual de 2001.


(Alexandre no Atlético Mineiro)


Em 2001 o Vitoria SC aceita, finalmente, rescindir amigavelmente o contrato com o brasileiro Alexandre e permite a transferência para o Palmeiras SE. Permanece no popular clube paulista até final do ano de 2002, actuando no Brasileirão de 2001 e 2002 e no Campeonato Estadual de S. Paulo em 2002.

Estreia-se com a camisola do Palmeiras SE num encontro frente ao Guarani FC em Abril de 2001. Foi titular na equipa do Palmeiras SE, mas o seu nome fica gravado na história do clube paulista como o grande vilão da descida à 2º Divisão Nacional Brasileira no final do campeonato de 2002.


(Equipa do Palmeira SE no ano de 2001)


(Alexandre no Palmeiras SE no ano de 2001)


Os adeptos palmeirenses fizeram de Alexandre o maior símbolo da tragédia que foi a descida de divisão de um dos maiores clubes brasileiros. É que, Alexandre, ficou ligado aos lances decisivos que traçaram o destino do Palmeiras SE no Brasileirão 2002.

O célebre jogo decorreu no dia 17 de Novembro de 2002 em Salvador da Bahia. O Palmeiras SE tinha como opositor o EC Vitoria lutavam pela permanência no principal escalão do futebol brasileiro e o jogo foi verdadeiramente impróprio para cardíacos.

O triunfo sorriu ao EC Vitoria por 4-3. Alexandre foi determinante e prestou uma especial colaboração na derrota do Palmeiras SE. Ao longo do jogo cometeu inúmeros erros individuais e o Palmeiras SE foi rebaixado ao segundo escalão do futebol brasileiro.


(Equipa do Palmeiras SE no ano de 2002)



(Alexandre em 2002 no Palmeiras SE)




(Alexandre)



A carreira de Alexandre ficou definitivamente marcada. Apesar de manter contrato em vigor, o jogador nunca mais jogou no Palmeiras SE. Foi emprestado ao Goiás EC no ano de 2003 e à AA Ponte Preta no ano de 2004.

Em Goiás nunca foi titular, merecendo apenas esporádicas chamadas à equipa principal ao longo do Campeonato Nacional Brasileiro de 2003. Já na AA Ponte Preta, o defesa Alexandre fixou-se como titular e um dos jogadores mais importantes na excelente caminhada realizada pelo clube da cidade de Campinas - Estado de S. Paulo - no Brasileirão 2005.


(Alexandre na AA Ponte Preta no ano de 2005)


Rescindiu com o Palmeiras SE em 2005 e ingressou no Grémio FP nesse mesmo ano para disputar o Campeonato Estadual do Rio Grande do Sul e a tradicional Segundona, o Campeonato Nacional Brasileiro da 2ª Divisão.


(Alexandre no Grémio de Portoalegre)

Antes de encerrar a carreira de futebolista profissional, Alexandre voltou a emigrar, agora para os Emiratos Árabes Unidos onde representou durante duas temporadas, as épocas de 2005/06 e 2006/07, o Al-Ahli Clube.


Alberto de Castro Abreu
http://www.gloriasdopassado.pt.vu



 

Glórias do Passado: Marco Freitas

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Marco Freitas é um futebolista que o Vitória SC descobriu na Madeira a jogar nos escalões secundários nacionais e foi um dos reforços do plantel no início da temporada de 1995/96. No clube da cidade berço afirmou-se na alta-roda do futebol português, representando-o durante três épocas consecutivas, seguramente, a melhor fase da sua carreira e onde terá vivido, certamente, os melhores momentos como futebolista.

Nascido na cidade de Benguela, em Angola, no dia 29 de Agosto de 1972, Marco Luís Veríssimo de Freitas, radicou-se, desde muito novo, na ilha da Madeira. E nessa ilha começou a jogar futebol, concretamente, nos escalões mais jovens do CD Nacional.

Atingida a idade de sénior Marco Freitas foi cedido à AD Machico na temporada de 1991/92, para jogar na 3ª Divisão Nacional e assim ter mais oportunidades de jogar e ganhar maior experiencia.

Em 1992/93 regressou à equipa do CD Nacional, da 2ª Divisão de Honra, comandada pelo técnico Rolão Preto. Nesta época foi lançado na equipa nacionalista, mas apenas na temporada seguinte adquiriu o estatuto de titular.

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(Plantel do CD Nacional na época de 1992/93)

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(Equipa do CD Nacional na temporada de 1992/93

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O CD Nacional na época de 1993/94 era tido como um dos candidatos à subida è 1ª Divisão Nacional. Todavia, uma competição realizada aos soluços, afastou, desde muito cedo, a equipa insular dos lugares da subida, acabando por garantir a manutenção com um 11º lugar na classificação geral já com a orientação técnica de José Rachão que substituiria o treinador brasileiro João Pinheiro.

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(Plantel do CD Nacional na época de 1993/94)

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(Equipa do CD Nacional na temporada de 1993/94)

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De titular indiscutível na temporada de 1993/94, Marco Freitas passou a jogar imprescindível na manobra da equipa do CD Nacional na época seguinte de 1994/95, já com o técnico Rui Mâncio no comando da formação.

As exibições do jovem centrocampista começaram a fazer-se notar e a despertar a atenção dos clubes primodivisionários. Entres eles, clara está, estava o Vitória SC, clube que começou a seguir de perto os desempenhos do jogador e, finalmente, contratou os seus serviços.

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(Plantel do CD Nacional na época de 1994/95)

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(Equipa do CD Nacional na época de 1994/95)

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(Marco Freitas no CD Nacional)

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Rubricou com o Vitória SC um compromisso valido por três temporadas e numa época em que o clube vimaranense realizou contratações sonantes, como são exemplo o Vítor Paneira, o guardião Neno ou o Capucho, o jovem Marco Freitas chegava a Guimarães como um ilustre desconhecido.

Esperava-lhe, como expectativa inicial, ser suplente de Soeiro ou do mítico capitão Vitóriano N´Dinga, aqueles que desempenhava funções como médios mais defensivos da equipa do Vitória SC.

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(Plantel do Vitória SC na época de 1995/96)

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(Marco Freitas em acção perseguindo Pedro Miguel do SC Braga num dos populares jogos da Taça Amizade, na época de 1995/96)

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E inicialmente as expectativas iniciais confirmaram-se. Marco Freitas era, normalmente, suplente e pouco utilizado. Tudo mudaria, porem, com a entrada de Jaime Pacheco para o cargo de treinador principal da equipa do Vitória SC, substituindo Vítor Oliveira.

Estreia-se, oficialmente, pelos vimaranenses na partida da 1ª jornada do Campeonato Nacional da 1ª Divisão da época de 1995/96, numa partida disputada no Estádio Capitão César Correia, em Campomaior, entre o Vitória SC, venceu por 0-1, com golo apontado por Emerson aos 52 minutos de jogo, e o SC Campomaiorense, clube estreante no primeiro escalão do futebol português.

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(Na temporada de 1995/96, o médio Marco Freitas actuando numa partida frente ao FC Porto, no Estádio das Antas)

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Marco Freitas foi suplente nesse jogo, tendo entrada na partida aos 67 minutos a substituir Vítor Paneira, numa altura em que o Vitória SC já vencia e era necessário segurar a magra vantagem.

É que, na verdade, essa era a principal função de Marco Freitas. A contenção. Era um jogador de características marcadamente defensivas, combativo e fisicamente bem constituído.

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(Equipa do Vitória SC na época de 1995/96)

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(Marco Freitas e Dimas no Vitória SC - SL Benfica na época de 1995/96)

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Actuava, preferencialmente, como médio de cobertura defensivo, vulgo trinco, embora não resumisse o seu raio de acção a missões exclusivamente defensivas, pois, sendo senhor de um forte pontapé, gostava de se acercar com frequência da área contrária.

De qualquer forma, no Vitória SC, essencialmente por causa da sua capacidade física, o técnico Jaime Pacheco decidiu jogar apenas com um homem de características defensivas no meio campo, apostando no jovem Marco Freitas a jogar sozinho à frente da defesa, em detrimento da dupla Soeiro/N´Dinga que anteriormente compunha esse sector.

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(Segurando João Oliveira Pinto do Gil Vicente FC)

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Por esse motivo, no Vitória SC, Marco Freitas jogava exclusivamente em missões defensivas no meio campo e no apoio ao sector recuado, conferindo, mesmo desacompanhado, grande segurança defensiva a equipa.

Curiosamente, estreou-se como titular na equipa do Vitória SC, assumindo as funções acima mencionadas, contra o SC Campomaiorense, desta feita, no jogo da segunda volta do Campeonato Nacional da 1ª Divisão de 1995/96, jogado no Estádio D. Afonso Henriques.

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Para a história desse jogo fica o resultado final com um triunfo do Vitória SC sobre a equipa alentejana por esclarecedores 4-0, numa excelente exibição colectiva da equipa Vitóriana.

A carreira do Vitória SC ao longo desta época fica marcada por um inicio de competição abaixo do expectável e uma sensacional segunda volta, acabando por terminar o Campeonato Nacional da 1ª Divisão na 5ª posição, qualificando-se, assim, para as provas internacionais de clubes.

Registe-se, concluindo, que nesta época de 1995/96, o jovem Marco Freitas, mostrando enormes potencialidades, actuou em 18 jogos do Campeonato Nacional da 1ª Divisão, sem ter apontado qualquer golo na competição.

O primeiro golo apontado por Marco Freitas ao serviço do Vitória SC ocorreu na temporada seguinte de 1996/97, num jogo da 3ª jornada da principal liga nacional, em que a equipa vimaranense derrotou a UD Leiria por 3-0.

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(Plantel do Vitória SC na época de 1996/97)

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(Marco Freitas no Vitória SC na temporada de 1996/97)

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O jogo, disputado numa tarde primaveril de Setembro de 1996, teve em Marco Freitas o autor do primeiro tento do Vitória SC, logo aos 9 minutos de jogo. O brasileiro Riva, aos 28 minutos, e Capucho, aos 48 minutos, foram os marcadores dos restantes golos do Vitória SC que estabeleceram o resultado final desta partida frente à turma leiriense.

Esta época de 1996/97 significou, porem, a afirmação definitiva de Marco Freitas. O médio foi a grande revelação da equipa do Vitória SC e no futebol português como um grande recuperador de bolas.

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(Equipa do Vitória SC na temporada de 1996/97)

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(Marco Freitas no Vitória SC)

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Por causa da sua inesgotável capacidade física viu-se Marco Freitas carregar inúmeras vezes a equipa do Vitória SC às costas. Também em muitas ocasiões reservaram-lhe espinhosas missões de marcação individual a fantasistas das equipas adversárias.

Assim sucedeu, exemplarmente, naquele que terá sido o momento mais alto desta época de 1996/97 aquando da eliminação da fortíssima equipa italiana do Parma na Taça Uefa. Nessa eliminatória coube a Marco Freitas vigiar uma das estrelas da companhia, o internacional italiano Zola, conseguindo anular o jogador e realizando uma notável exibição.

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(Equipa do Vitória SC na época de 1996/97)

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(Marco Freitas no Vitória SC)

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Nesta temporada viu-se ainda o centrocampista Marco Freitas a servir os seus companheiros mais adiantados, com boas desmarcações, ou alvejando a baliza adversaria através de remates da meia distancia, apesar de a sua principal missão continuar a ser vincadamente defensiva.

Marco Freitas, foi então titular indiscutível na equipa vimaranense na época 1996/97, jogando 30 jogos no Campeonato Nacional da 1ª Divisão, onde o Vitória SC alcançou, novamente, o 5º lugar na tabela classificativa e, dessa forma, um novo apuramento para a Taça Uefa.

Nesta altura o médio Marco Freitas chegou a ser uma forte hipótese para integrar os trabalhos da Selecção Nacional de Portugal, algo que, todavia, nunca se confirmou, acabando o jogador, uns anos mais tarde, por integrar a Selecção Nacional de Angola.

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(Equipa do Vitória SC na época de 1996/97)

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(Marco Freitas junto com os companheiros no treino do Vitória SC)

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(Plantel do Vitória SC na época de 1996/97)

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Na terceira temporada ao serviço do Vitória SC, o contributo de Marco Freitas não seria tão acentuado como vinha sendo até então. O jogador e o Vitória SC entraram em evidente rota de colisão por causa das negociações tendentes à renovação do contrato que não chegavam a bom porto, porque, dizia-se, Marco Freitas já teria assumido um compromisso com o SL Benfica mal aquele finalizasse a sua ligação ao clube da cidade berço.

A verdade é que assim foi. Terminado o contrato com o Vitória SC, o futebolista Marco Freitas surgiu contratualmente ligado ao SL Benfica.

Quando as relações azedaram definitivamente, Marco Freitas foi, praticamente, ostracizado pelos responsáveis do clube e assim deixou de surgir na equipa titular do Vitória SC.

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(Plantel do Vitória SC na época de 1997/98)

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(Marco Freitas no Vitória SC)

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Marco Freitas acabou por perder o lugar no onze principal do Vitória SC para o internacional português Paiva e/ou para o sueco Sordstrom, os jogadores que eram recentes aquisições do clube.

O Vitória SC garantiu, mais uma vez, o acesso às provas internacionais, desta vez, por via de um brilhante 3º lugar obtido no Campeonato Nacional da 1ª Divisão de 1997/98, consequência da sensacional prestação realizada pelos vimaranenses ao longo do ano.

Com Jaime Pacheco primeiro e Quinito depois como treinadores do Vitória SC na época de 1997/98, Marco Freitas apenas participou em 14 jogos no Campeonato Nacional da 1ª Divisão, onde apenas por cinco vezes foi titular, sendo também o autor de dois golos na competição.

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(Equipa do Vitória SC na temporada de 1997/98)

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Os dois golos apontados por Marco Freitas na principal competição portuguesa da temporada de 1997/98 foram apontados nas duas partidas frente ao SC Campomaiorense, confirmando a importância do clube alentejano na particular historia deste futebolista.

No inicio da temporada de 1998/99 o português Marco Freitas surge no plantel do SL Benfica onde realizou a pré-época, contudo, cedo recebeu a guia de marcha, acabando por ser cedido a titulo de empréstimo ao FC Alverca, uma espécie de clube satélite dos encarnados.

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(Plantel do SL Benfica na época de 1998/99)

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Ai encontrou Mário Wilson, inicialmente, e depois José Romão como treinadores da formação alverquense. Marco Freitas realizou uma excelente temporada individual, sendo mesmo considerado a principal figura do FC Alverca nesta época de 1998/99.

Grande o contributo que Marco Freitas prestou ao FC Alverca, reconhecidamente, um jogador determinante na manutenção alcançada pelo clube ribatejano na 1ª Divisão Nacional.

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(Marco Freitas no FC Alverca na época de 1998/99)

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Mostrou que poderia ter um lugar na equipa do SL Benfica e no início da temporada de 1999/00 é promovido o seu regresso ao clube da Luz. Desta vez integra o plantel do SL Benfica, porem, Marco Freitas jogará apenas dois jogos durante toda a época, um deles no Campeonato Nacional da 1ª Divisão, curiosamente, em Alverca, onde os encarnados são derrotados e outra a contar para a Taça Uefa, no fatídico jogo em Vigo, frente ao Celta de Vigo, em que o SL Benfica é goleado por 7-0.

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(Equipa do SL Benfica na época de 1999/00)

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(Marco Freitas no SL Benfica)

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(Na apresentação do SL Benfica)

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(Marco Freitas em acção pelo SL Benfica)

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(Treinando pelo SL Benfica)

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Assim, Marco Freitas nunca se impôs na equipa do SL Benfica, nem mesmo no plantel, de tal forma que no final da época de 1999/00 foi um dos primeiros jogadores a ser colocado na lista de dispensas.

Vai regressar ao FC Alverca, agora sob a orientação do professor Jesualdo Ferreira, mas realiza uma época longe da qualidade exibicional e da preponderância evidenciada na primeira passagem pelo clube ribatejano.

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(Equipa do FC Alverca na temporada de 2000/01)

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(Marco Freitas no FC Alverca na temporada de 2000/01)

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Ainda com contrato com o SL Benfica, Marco Freitas vai ser cedido, novamente, ao SC Salgueiros, clube primodivisionário onde o futebolista não conseguiria afirmar-se. Ao longo de toda a época de 2001/02 Marco Freitas foi suplente de Rui Ferreira e do brasileiro Delson.

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(Plantel do SC Salguerios na época de 2001/02)

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(Marco Freitas no SC Salgueiros na época de 2001/02)

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(Plantel do SC Salgueiros na época de 2001/02)

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(Marco Freitas no SC Salgueiros na temporada de 2001/02)

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Entretanto, o SC Salgueiros não consegue manter-se entre os grandes do futebol português e acaba relegado à 2ª Divisão de Honra. Marco Freitas tinha terminado o contrato que o ligava ao SL Benfica e aceitou jogar na segunda liga nacional ao serviço do SC Salgueiros durante a temporada de 2002/03.

A carreira de Marco Freitas estava, nesta altura, em claro plano descendente e a verdade é que nunca mais conseguiu reverter aquela tendência, agudizada, também, pela idade do jogador.

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(Equipa do SC Salgueiros na época de 2002/03)

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Manteve a condição de suplente no SC Salgueiros na época de 2002/03 apesar de jogar no segundo escalão nacional. A equipa salgueirista, um dos grandes candidatos à subida, falhou desastrosamente o objectivo.

Já na temporada de 2003/04 o futebolista português Marco Freitas foi integrar a jovem equipa do FC Felgueiras, clube que vivia com imensas dificuldades económicas e financeiras.

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(Plantel do FC Felgueiras na temporada de 2003/04)

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Apesar disso, o técnico português Diamantino Miranda fez um trabalho louvável e com os parcos recursos que dispunha e muita juventude no plantel conseguiu manter o FC Felgueiras na 2ª Divisão de Honra na última jornada da competição.

Marco Freitas, um dos jogadores mais velhos da equipa felgueirense, foi importante na caminhada do FC Felgueiras, embora nunca chegasse a ser considerado um titular indiscutível.

Decidiu regressar à Ilha da Madeira e na época de 2004/05 foi representar a AD Pontasolense a militar na 2ª Divisão “B”, Zona Sul. Na temporada seguinte de 2005/06 regressou ao continente e alinhou pela formação do SC Esmoriz, também na 2ª Divisão “B”, agora na Serie B.

Em 2006/07 regressou definitivamente a Ilha da Madeira para ai encerrar a sua carreira de futebolista. Jogaria durante duas temporadas na AD Machico, sempre na 2ª Divisão “B”.

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(Equipa da AD Machico no ano de 2006)

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(Marco Freitas ao serviço da AD Machico em 2006)

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(Marco Freitas em acção pela AD Machico)

No final da época de 2007/08, Marco Freitas terminou a sua ligação ao futebol como jogador profissional. A partir daí passou a dedicar-se exclusivamente à sua nova profissão de fisioterapeuta e à exploração de um centro de massagens.


Alberto de Castro Abreu
http://www.gloriasdopassado.pt.vu

 


 

Glórias do Passado: Djalma

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Historiar a vida futebolística do brasileiro Djalma é percorrer um palco onde se desenvolve uma verdadeira tragicomédia daquele que será, seguramente, um dos mais sensacionais avançados que envergaram a camisola do Vitoria SC.


Desenvolvimento
 
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