
O fim-de-semana parecia estar a ser perfeito para as contas vitorianas. Sporting, Leiria e Nacional perderam o que poderia permitir à nossa equipa ascender ao quinto lugar a apenas um ponto dos leões, que estão na quarta posição. E os primeiros minutos do embate com o Paços de Ferreira pareciam indicar que esse seria o desfecho. Um futebol bonito, envolvente, ao primeiro toque, e um golo aos 17 minutos por Valdomiro.
Só que a partir daí as coisas começaram a mudar de figura. O Paços empatou – numa bomba de Ozeia, ainda assim barreira a vitoriana fica mal na fotografia – e a partir daí o Vitória deixou de jogar. Custódio ainda atirou ao poste mas aí já se usava mais o coração do que a cabeça.
A segunda parte começou de novo com o Vitória mais perigoso e perto do golo. Os ferros da baliza de Coelho voltaram a tremer, desta vez porque João Alves disparou certeiro demais. Mas foi mesmo a equipa de Ulisses Morais a voltar a marcar, aos 59. Manuel José rematou de longe, Nilson não agarrou a bola, que sobrou para Maykon, que isolado teve tudo para facturar.
Depois, Douglas ainda teve tempo voltar a desperdiçar – ai Douglas, Douglas…! – e Valdomiro, sempre ele nas bolas paradas, a permitir a Coelho mais uma grande defesa. O habitual suplente de Cássio voltou a brilhar aos 76 minutos, num grande remate de fora da área de Nuno Assis.
Paulo Sérgio mudou algumas peças, mas o resultado prático não se alterou. Carlitos mostrou porque está em final de carreira e atirou para a bancada uma boa chance, e já nos descontos de novo Douglas mostrou-se perdulário.
Confirmou-se uma vez mais malapata com o Paços de Ferreira, que, a par de Porto, Benfica e Sporting, são as únicas equipas que se podem gabar de ter um saldo positivo em Guimarães.
Pela quarta vez o Vitória sucumbiu diante de um Paços que já não ganho no Estádio do Rei desde a época 93/94.
Segue-se agora uma deslocação à Figueira da Foz para defrontar a Naval, na próxima segunda-feira pelas 20h15, em mais uma partida onde é obrigatório ganhar.
A segunda parte começou de novo com o Vitória mais perigoso e perto do golo. Os ferros da baliza de Coelho voltaram a tremer, desta vez porque João Alves disparou certeiro demais. Mas foi mesmo a equipa de Ulisses Morais a voltar a marcar, aos 59. Manuel José rematou de longe, Nilson não agarrou a bola, que sobrou para Maykon, que isolado teve tudo para facturar.
Depois, Douglas ainda teve tempo voltar a desperdiçar – ai Douglas, Douglas…! – e Valdomiro, sempre ele nas bolas paradas, a permitir a Coelho mais uma grande defesa. O habitual suplente de Cássio voltou a brilhar aos 76 minutos, num grande remate de fora da área de Nuno Assis.
Paulo Sérgio mudou algumas peças, mas o resultado prático não se alterou. Carlitos mostrou porque está em final de carreira e atirou para a bancada uma boa chance, e já nos descontos de novo Douglas mostrou-se perdulário.
Confirmou-se uma vez mais malapata com o Paços de Ferreira, que, a par de Porto, Benfica e Sporting, são as únicas equipas que se podem gabar de ter um saldo positivo em Guimarães.
Pela quarta vez o Vitória sucumbiu diante de um Paços que já não ganho no Estádio do Rei desde a época 93/94.
Segue-se agora uma deslocação à Figueira da Foz para defrontar a Naval, na próxima segunda-feira pelas 20h15, em mais uma partida onde é obrigatório ganhar.


















